Nova Iguaçu Amplia Acolhimento de Crianças e Adolescentes com o Serviço Família Acolhedora

“O programa Família Acolhedora é essencial para meninos e meninas que precisam de atenção, afeto e amparo em um ambiente familiar. Desejamos apresentar este significativo serviço ao maior número de pessoas possível, para que possam conscientizar-se do papel social de cada um de nós na construção de um futuro mais promissor”, declarou o prefeito Dudu Reina.

No momento, 44 crianças estão em acolhimento institucional no município, das quais apenas cinco estão integradas ao SFA. Por essa razão, a administração municipal continua registrando famílias que queiram abrir suas casas. Atualmente, nove famílias estão aptas.

Conforme a coordenadora do Família Acolhedora, Viviane Cordeiro Marques, a principal vantagem do serviço é proporcionar a crianças e adolescentes um lar.

“Eles são retirados do ambiente familiar original e, em vez de serem encaminhados para uma instituição, são levados para um lar onde poderão receber cuidados individualizados e vivenciar rotinas básicas de uma criança em família”, afirma Viviane.

O Serviço Família Acolhedora busca entender os motivos pelos quais a criança ou adolescente é afastado judicialmente da família original e tenta reintegrá-los até que todas as opções sejam esgotadas. Em última instância, o menor é encaminhado para a adoção. Por isso, as famílias registradas no Família Acolhedora assinam um termo de não interesse em adoção.

Para promover o SFA, a prefeitura realizará ações em locais estratégicos do Centro e de outros três bairros, sempre às terças-feiras, das 10h às 12h. Além da Praça Rui Barbosa, a divulgação do Família Acolhedora ocorrerá no Complexo Cultural Mário Marques, no dia 29; Praça de Vila de Cava, em 5 de agosto; Praça de Miguel Couto (12); Praça de Comendador Soares (19); e na Igreja de Nossa Senhora de Fátima e São Jorge, no Centro, no dia 9 de setembro.

Como acolher

Para integrar o Serviço Família Acolhedora, é necessário residir em Nova Iguaçu há pelo menos dois anos, ter uma moradia que atenda às necessidades básicas da criança, entre outras condições. É fundamental que todos os integrantes da família estejam de acordo com a adesão ao serviço e cientes de que se trata de uma oferta de lar temporário para o acolhido, e não de um processo de adoção. Assim, elas passarão por avaliação psicossocial e participarão de um curso de capacitação para se prepararem para receber crianças afastadas de seus lares de origem.

Os interessados em se registrar podem visitar a sede do serviço, situada na Rua Dr. Luiz Guimarães 956, no Centro. Também é possível contactar via WhatsApp (99575-1913) ou pelo e-mail [email protected].

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